O incêndio começou na manhã do dia 22 de fevereiro e foi combatido por cerca de 25 bombeiros militares e utilizado cerca de 300.000 (trezentos mil) litros de água.
O empreendimento não estava aberto ao público durante o início do incêndio e não houve feridos.
A coleta de dados, esquadrinhamento do local e escavação dos escombros bem como levantamento aéreo com drone (DJI Mavic 2 Pro) durou cerca de 5 horas no local do sinistro, sendo que alguns materiais relacionados ao fato foram coletados para exames complementares.
Dentre as hipóteses possíveis de causa do incêndio, já foram descartadas:
vazamento de GLP
gerador a diesel
descargas atmosféricas
fenômeno químico e biológico
Estão sendo analisados equipamentos eletrônicos, eletrodomésticos e fiação elétrica do local, além dos projetos das instalações. “Ainda é cedo para descartar hipóteses através do método científico, mas para simplificar, estamos avaliando fenômenos termoelétricos, falhas de equipamentos, dimensionamento de rede, choques mecânicos, chama direta”, disse uma fonte do Corpo de Bombeiros.
Segundo os Bombeiros, o laudo é um documento complexo e envolve outras situações além da origem do incêndio, leva cerca de 20 a 30 dias, mas como é um incêndio de grande repercussão, tão logo os peritos avancem em suas conclusões, os resultados serão divulgados.
O local possuia habite-se do CBMSC, no entanto, foi identificado que o sistema hidráulico preventivo não funcionou no momento do combate, não se sabendo o motivo.